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Guia de orientações para o aleitamento materno Bem sucedido

 


1. Introdução
2. O leite Humano: fisiologia e características
3. Orientações básicas
4. Vantagens para as mães
5. Vantagens para as crianças
6. Técnica de amamentação
7. Leite materno EXCLUSIVO
8. Pouco leite ou leite fraco
9. O papel do pai
10. Palpites de outras pessoas
11. Enfermeira ou babá
12. Mamadeiras, chucas e chupetas
13. Cuidados com as mamas (Pré Natal, Higiêne, Ingurgitamento, Fissuras, Mastite)


1. Introdução


"As práticas defeituosas em matéria de alimentação infantil constituem, com suas conseqüências, um dos mais graves problemas mundiais e um sério obstáculo ao desenvolvimento sócio-econômico. Sendo este problema em grande parte de origem humana, temos que ver nele uma censura à nossa ciência, à nossa técnica e às nossas estruturas sociais e econômicas e fazer uma revisão de nossas pretensas realizações em favor do desenvolvimento.. OMS e UNICEF 1980.


O leite materno é, sem dúvida, o alimento mais adequado para o lactente. É fundamental para sua saúde física e emocional e para o seu adequado crescimento e desenvolvimento. Apesar disso, a maioria dos bebês acaba sendo desmamada precocemente o que está diretamente relacionado à desinformação das mães e dos profissionais de saúde, às estruturas hospitalares inadequadas e contrárias ao alojamento conjunto, ao marketing agressivo dos leites artificiais e ao trabalho da mulher fora do lar.


A decisão da mulher em amamentar seu filho está diretamente relacionada às vivências anteriores, ao contexto social, ao aprendizado familiar e ao aprendizado oferecido por profissionais de saúde muitas vezes despreparados.
A difícil compatibilização dos vários papéis sociais da mulher e das vivências atuais da maternidade e paternidade induz a pratica de amamentação simbólica, isto é, com limitação de tempo e freqüência das mamadas que em geral leva ao desmame em poucas semanas.


2. O leite humano: fisiologia e características


Durante a gravidez, através da influencia dos hormônios estrogênio e progesterona, a mama se prepara para produzir leite. A glândula mamária tem atividade suficiente para produzir leite desde o segundo trimestre da gestação.


Nessa fase o leite é denominado de colostro, inicialmente branco amarelado e bem espesso, ao final da gravidez, torna-se fluido e mais abundante. Após o nascimento da criança, com a saída da placenta do útero, entra em ação a prolactina (hormônio responsável pela produção de leite) que já existia antes porem sua ação era inibida por outros hormônios envolvidos na gravidez.


A produção mais abundante do leite começa, geralmente, entre o segundo e quarto dia de pós-parto. O colostro evolui para leite maduro entre o terceiro e décimo quarto dia.
O hormônio Prolactina, agora livre da inibição da placenta, age nas células lobulares estimulando-as a produzirem leite. Em todas as mulheres forma-se um trio constituído pelo ato de sugar do bebê, a mama e o cérebro da mãe. O perfeito entrosamento desse trio é que determina o sucesso da amamentação. A natureza age de maneira perfeita e esse funcionamento é absolutamente natural e tranqüilo para acontecer em todas as mamães.


O colostro difere do leite nos seguintes aspectos:
• Contém o dobro de proteínas, sendo mais albumina e globulinas.
• É mais pobre em lactose.
• Contém menos gorduras e mais sais minerais.
• Contém maior proporção de fatores imunológicos


Estas diferenças são adaptações naturais às necessidades do recém-nascido que apresenta imaturidade renal, pequena produção de lactase e de outras enzimas nos primeiros dias de vida, além de maior susceptibilidade às infecções.


O leite maduro também tem sua composição variável conforme a idade da lactação, o tipo de alimentação da mãe, as peculiaridades constitucionais desta, a hora do dia, o começo ou o fim da mamada.
O valor energético é de cerca de 68 calorias/100 ml, sendo a taxa de gordura a que apresenta variações mais profundas, tanto individualmente como de um dia para o outro, mesmo dia, mesma mamada e mesmo seio.


Fazem parte do leite humano: proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas minerais e fatores imunológicos e imunoprotetores.


Leite de bovino é para bovinos, leite de caprino é para caprinos e leite humano é para humanos.


3. Orientações básicas


Por que amamentar?


Tudo o que revimos até agora é mais que o suficiente para a defesa do aleitamento materno sob todas as circunstâncias inclusive nas mais adversas. Assim como as crianças que não são amamentadas estão expostas a um maior número de doenças infecciosas, os desenvolvimentos emocionais e psicológicos também estarão prejudicados nessas crianças.


O ato de amamentar representa a ocasião em que o bebê recebe mais profundamente os afetos da mãe. Não é só uma questão de matar a fome, mas também do prazer da sucção do seio materno. O bebê fica perdido em delícias, completamente entregue ao ato de mamar. Expressa claramente seu prazer mantendo o olhar vivo, agradecido, fixo nos olhos da mãe.


Estes momentos constroem uma base sólida na qual se erguerá um novo ser. Além disso, a amamentação prolonga seus efeitos por toda a existência. A criança, a mãe, a família, a sociedade e o Estado são amplamente beneficiados pela amamentação.


Amamentar, todas conseguem?


Os seios se desenvolvem muito durante a gravidez, preparando-se para produzir leite. Seria muito estranho que, justamente depois do nascimento do bebê, o leite sumisse de repente. Mas muitas mães querem dar o peito e não conseguem. Por quê?


Em 99,9% das vezes não é problema do peito


A maioria das mães deixa de amamentar por achar que alguma dificuldade que enfrenta ao amamentar não tem solução. Praticamente em todos os casos a solução existe e é simples. É preciso ter em mente isso e recorrer ao pediatra se algo na amamentação não estiver ocorrendo maravilhosamente bem.


Toda mãe tem leite para o seu filho. O leite pode demorar a descer, porém vem sempre. Essa demora pode angustiar a mãe inexperiente, que se apressa em oferecer a mamadeira a seu filho. Para a criança é mais fácil sugar a mamadeira que o seio com isso ela pode dar preferência à mamadeira. Vale deixar claro que todos os problemas contrários à amamentação são, na maioria absoluta dos casos, de resolução simples.


4. Vantagens para as mães


As mães são diretamente beneficiadas pela amamentação. Perdem menos sangue no pós-parto, o abdome diminui mais rapidamente, seu peso chegará ao normal mais depressa mesmo comendo muito e de tudo.
Alguns trabalhos científicos mostram até redução da incidência de câncer de mama, entretanto a relação direta entre aleitamento materno e câncer de mama é motivo de controvérsia.
É mais cômodo para a mãe, pois não existira a necessidade de preparar outros alimentos, mamadeiras e papinhas. A amamentação exclusiva funciona como um eficaz método de contracepção.


5. Vantagens para os filhos


Além do carinho especial que a amamentação proporciona, a criança recebe aminoácidos essências de alto valor biológico e muito importantes no desenvolvimento do sistema nervoso da criança. Esse desenvolvimento, segundo alguns autores, determina um melhor índice de QI (quociente de inteligência) e QE (quociente emocional). Uma outra grande vantagem é a proteção inumológica através dos fatores imunológicos o que protegem o bebê contra infecções. Como alimento, o leite materno oferece um aporte ideal de carboidratos, vitaminas e minerais necessários para o desenvolvimento do bebê.


6. Técnica de amamentação


A melhor forma de amamentar é aquela em que a mãe consegue, mais tranqüilamente e da maneira mais cômoda para os dois, oferecer o seu leite para o filho. SUGAR É INSTINTIVO. A técnica ideal consiste basicamente em fazer o bebê abocanhar a maior parte da aréola e não apenas o mamilo, e em esvaziar a aréola para facilitar a pega, se o seio estiver muito cheio e tenso.
A criança deve estar de frente para a mãe, com a barriga encostada na da mãe. Também o queixo da criança encostado no seio. A mãe não deve sentir nenhuma dor ao amamentar.
Dor ou ardor deve-se na maior parte dos casos à pega incorreta do seio. Também se percebe que a criança deglute o leite e que ela fica relaxada e satisfeita ao final da mamada.


A primeira mamada
O bebê deve ser colocado para mamar imediatamente após o parto, mesmo que seja uma cesariana. Esta primeira mamada pode ser mais um primeiro contato com o seio do que propriamente uma primeira mamada.
É possível que ele não pegue o seio, mas sim que passe um tempo lambendo-o, até que minutos mais tarde ele o pegará. Constitui um passo enorme para o sucesso do aleitamento materno ajudar as mães a iniciar o aleitamento na primeira hora após o nascimento.


Quanto mais cedo melhor
Os primeiros momentos após o parto são os mais importantes para estabelecer o vínculo mãe-filho, isto é, para estabelecer uma maior união entre ambos. Há animais que rejeitam a cria se imediatamente após o parto não houver contato entre eles. Na espécie humana haveria a possibilidade do afeto entre mãe e filho ser prejudicado. O alojamento conjunto favorece a amamentação. Bebes em berçários recebem outros alimentos líquido o que prejudica o aleitamento.
Não abra mão do alojamento conjunto.


Duração das mamadas
A duração da mamada é muito variável, pois é comum o bebê não sugar da mesma forma em todas as refeições, porque a sucção depende de seu estado de vigília, fome ou vigor. Se só um seio contentar, a cada mamada se dá um seio, alternando o direito e o esquerdo. Normalmente os dois seios são utilizados em cada refeição. Iniciando-se a amamentação ora com o seio esquerdo, ora com o seio direito, começando por aquele que se deu por último na mamada anterior.
Alguns bebês sugam vigorosamente, sem interrupção, outros mamam um pouco, param e tornam a mamar, assim sucessivas vezes, podendo desta forma prolongar bastante à refeição. Lá pelo segundo mês a duração da mamada passa a ser normal (10 a 15 minutos em cada mama), mas até lá se deve dar plena liberdade ao bebê, deixando o seio ao seu alcance durante o tempo necessário para que ele se sacie à vontade. A chamada Livre Demanda.


Arroto
Ao final da mamada, coloque o bebê em posição vertical, com o abdome encostado no seio, para que ele possa expelir o ar que deglutiu juntamente com o leite. Alguns arrotam logo, outros levam até meia hora para expulsar o ar engolido.


7. Leite materno EXCLUSIVO


O ideal é que a criança mame exclusivamente no peito até completar 6 meses.
Até mesmo a água ou o chá são prejudiciais à criança e interferem no aleitamento materno. Também os sucos antes dos seis meses não beneficiam em nada a criança e são igualmente prejudiciais ao aleitamento. A partir dos seis meses, substitui-se uma mamada por papa de frutas, no mês seguinte substitui-se outra mamada por sopinha, e assim vai até que o desmame esteja completo com um ano de idade.


Os novos alimentos devem ser dados na colher, copinho ou xícara, nunca em chuca ou mamadeira. Quando se introduz novos alimentos, aí sim a água deve ser dada, mas também nunca em chuca ou mamadeira.
A amamentação deve ser prolongada além de um ano se a mãe e a criança assim o desejarem, ou se for fundamental como fonte de alimento para populações carentes.


Higiene dos seios
Deve ser feita simplesmente com água. Qualquer outra substância, como sabonete ou álcool, é prejudicial para a pele da aréola e do mamilo, que deve manter-se com uma certa oleosidade em sua superfície. Um banho diário é o suficiente e somente água deve ser utilizada para limpar os mamilos entre as mamadas. A pele da aréola e do mamilo segrega óleos protetores que mantêm estas estruturas fortes e flexíveis. Por isso os seios não devem ser lavados a cada mamada. Um banho diário é o suficiente.


8. Pouco Leite ou Leite Fraco


Em caso de pouco leite o que resolve é deixar o bebê sugar o peito. Sugar o peito, mesmo vazio, determina a produção de mais leite. Um bom exemplo é a relactação que será abordada mais adiante. O leite nos primeiros dias é grosso e amarelo, o colostro. Depois vai se tornando ralo, lembrando leite desnatado e aguado. Parece fraco se comparado ao leite de vaca integral. Parece, mas não é qualquer que seja sua aparência ele é bom.


Leite Fraco não existe


Até as mães desnutridas produzem leite de boa qualidade. Outra providência importante é avaliar se a técnica de amamentação está correta. Se a pega não está correta o bebê não consegue tirar a quantidade necessária de leite, não ganha peso, chora muito e não dorme direito por não estar saciado. Ou seja, o leite pode estar realmente pouco ou estar em quantidade adequada e não estar sendo extraído por causa da pega incorreta.
A mãe deve comer muito, comer alimentos fortes, tomar bastante líquido, tomar líquidos imediatamente antes de dar o peito, e fundamentalmente fazer repouso. A mãe, neste momento de pouco leite, deve abrir mão de todo o trabalho caseiro e dedicar-se ao repouso, até que o leite esteja abundante. Massagem com as pontas dos dedos em toda a mama estimula também a produção de leite.


9. O papel do pai


Durante todo o tempo que dure a amamentação o pai poderá ajudar muito nos serviços da casa e dos filhos. A única coisa que não é possível ao pai é amamentar. No resto, ele pode e deve participar tanto quanto a mãe.


10. Palpites de outras pessoas


A mulher que acabou de ter filho é cercada por pessoas bem-intencionadas, amigos, tias, mães, sogras, babás, que sempre têm um .palpite. certo para dar. Freqüentemente, isto deixa a mãe confusa e atrapalhada, com dificuldade de selecionar o que pode aproveitar ou o que deve descartar e, infelizmente, muitas vezes a grande diversidade de opiniões bloqueia a intuição, o bom senso e a sensibilidade da mãe. Se houver dúvida ouça seu pediatra ou, se isso não for possível, siga seus instintos.


11. Baba ou enfermeira


O que a mãe precisa não é de uma enfermeira, e sim de uma pessoa que a ajude nas tarefas da casa, no atendimento às visitas, na cozinha, na lavagem da roupa do bebê, de forma que a mãe possa dispor de mais tempo para estar com o filho e também para descansar.


12. MAMADEIRAS, CHUCAS E CHUPETAS
O uso de bicos e a introdução de alimentos através de chucas e mamadeiras modificam o tipo de sucção do bebê e levam ao desmame. A criança vai pela lei do mais fácil, mamar uma chuca é extremamente mais fácil que ordenhar o seio. O bebê tenta tirar leite do seio com a mesma técnica aprendida com a mamadeira. Assim o leite não vem. O bebê esfomeado passa a lutar contra o peito da mãe, não aceita o peito por não saber ordenhá-lo.


É a causa mais freqüente de abandono do aleitamento.


A solução é retirar definitivamente todos os bicos e insistir com o seio. É questão de tempo, de pouco tempo.
Mas é um tempo difícil para a mãe e o bebê.


13. Cuidados com as mamas


Pré-Natal
Muitas mamas precisam ser preparadas durante a gravidez para a amamentação. Exercícios para tornar os mamilos pertusos podem ser úteis nos casos de mamilos invertidos, semi-invertidos ou planos.
O exame físico das mamas é fundamental na atenção à gestante. Os exercícios devem ser iniciados a partir do sétimo mês de gestação, podem ser manuais ou com auxílio de seringas para tração.
O sol é muito útil, pois promove um espessamento protetor da epiderme da mama. O ideal é o sol antes das 10hs da manhã e das 16hs da tarde.


Higiene
Não é necessário lavar as mamas a não ser quando da higiene diária habitual. A remoção da lubrificação
natural do mamilo e aréola propicia os traumas.
Nas comunidades tradicionais onde as mulheres amamentam em livre demanda e por tempo prolongado não se tem este costume. Lavar as mãos antes das mamadas é um cuidado importante.


Ingurgitamento mamário - apojadura dolorosa
Toda nutriz tem ingurgitamento fisiológico na descida do leite. Às vezes a mama pode ficar tensa, brilhante, dolorosa, com pontos avermelhados e o leite não .desce.. Pode vir acompanhado de febre e diz-se que a mama está .empedrada.. Esta condição pode ser em toda a mama ou em apenas um ponto (obstrução de um ducto).


Na apojadura dolorosa e no ingurgitamento mamário é necessário:


1. Fazer ordenha manual do excesso de leite para amaciar a região areolar e facilitar a pega;
2. Que a criança sugue logo após o parto e a intervalos pequenos;
3. Mudar a posição da pega no mamilo;
4. Usar sutiã com boa sustentação da mama; e
5. Não usar compressas.


Fissuras e escoriações
Durante a gravidez orientar para a prevenção com o uso de óleos no mamilo e aréola e a massagem leve desta região com uma toalha, após o banho.
Expor a mama ao sol durante 10 a 15 minutos duas a três vezes ao dia também propicia fortalecimento da pele. Após o parto, não usar protetores de mamilo porque mantêm a umidade e dificultam a aeração do local.
Deve ser evitada a sucção ineficiente devido à embocadura errada.
Para o tratamento das escoriações e fissuras, além das orientações anteriores, é importante manter a sucção e ordenhar a mama, deixar o mamilo exposto ao ar, não lavar ou usar anti-séptico, limitar o tempo da mamada oferecendo o peito mais freqüentemente, retirar o mamilo da boca da criança com o uso do dedo mínimo e com cuidado.


Recomenda-se o uso de óleo de calêndula a 2% em solução não alcoólica ou lanolina hidratada fabricada em farmácia de manipulação. O uso de luz infravermelha pode ser útil na ausência de luz solar.
Em casos de dor e traumas acentuados está indicada a suspensão parcial ou temporária da sucção.
Avaliar a condição emocional da nutriz, a drenagem de leite e a melhora da mama e dos sintomas para reiniciar ou aumentar as mamadas.


Mastite da lactação
Se o ingurgitamento não for resolvido, parte da mama fica vermelha, quente, edemaciada e amolecida
evidenciando a presença de mastite. A mulher geralmente tem febre e seu mal estar é evidente.
No tratamento estão indicadas todas as medidas de suporte para ingurgitamento além do uso de antibióticos (cefalexina 500 mg 6/6 hs por um período mínimo de 10 dias é uma boa opção), antitérmicos e analgésicos de acordo com o grau de comprometimento da mama. Compressas frias nos intervalos das mamadas podem ser úteis.
Se for suportável para a mãe, a criança deve continuar a amamentar, pois ela já está seguramente colonizada pelas bactérias maternas e nesta fase do processo infeccioso os fatores imunológicos do leite humano a protegem. Se a mãe não conseguir amamentar do lado infectado deve fazer a expressão manual. Após um a três dias reiniciar progressivamente, se for suportável, a amamentação.
O enfaixamento das mamas propicia conforto e diminuição da produção de leite. O acompanhamento diário da paciente é importante para evitar ou diagnosticar precocemente a formação de abscesso. Na presença de flutuação o abscesso deve ser drenado tomando-se o cuidado de fazer a drenagem o mais longe possível do complexo aréolo-mamilar.




fonte: http://www.institutodesaudedamulher.com.br/dicas.php

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